Seja Bem vindo!!!

Muito obrigado por visitar meu blog...

Fique sabendo que fico feliz por poder compartilhar uma ínfima parte de meu trabalho...
Forte e carinhoso abraço...

Cada um tem um código "genético" diferente!!!

Cada um tem um código "genético" diferente!!!
Qual o seu código "genético"?

domingo, 31 de janeiro de 2010

No mundo há muitos caminhos (Rodrigo Ribeiro)

          Sei que há muitos caminhos, mas só hoje é que reparei algo, me espantei quando notei que na realidade nós não encontramos pedras no meio do caminho, mas caminhos por sobre um caminho de pedras.
          Sim um caminho de pedras, algumas pequenas, outras maiores e quando as unimos sob nossos pés, criamos um chão rígido no qual podemos colocar nosso peso e o peso de nossa cruz, a qual devemos carregar insistentemente.
           Muitas vezes somos "cabeça-dura" e dependentes e não conseguimos ser diferentes por muito tempo, mas quando somos diferentes, tanto nós, quanto os que estão ao nosso redor percebemos que estamos de "cabeça-aberta" e mais independentes.
           Quando realmente precisamos "turrar" com alguma coisa, deixamos e somos levados pela nossa dependência dos pensamentos dos outros que pertencem ao mesmo grupo de convivência, o que nos deixa também sem colocar em prática, ou até mesmo sem ter nossas próprias opiniões.
            Por isso podemos dizer: "no mundo há muitos caminhos e somos nós que devemos escolher e trilhar esses caminhos de pedras, sendo assim por nossa responsabilidade, conta e risco".

sábado, 30 de janeiro de 2010

Adultério (Rodrigo Ribeiro)

          É estranho como as coisas que parecem ser boas nos acontecem, mais ainda quando descobrimos que não são boas, mas sim más. Às vezes é preciso dizer: "Eu quero sacrificar o que me prende e quero jogar tudo que é velho fora."
          Dizemos para nós mesmos que não vamos mais querer, mas pensamos e concluímos que podemos querer aquilo que sabemos que poderemos conseguir.
         Quando amamos realmente alguém é difícil dizer a outros: "Eu te amo!" Quando realmente se ama, mas não se cuida desse amor, desse sentimento, dessa pessoa, esse amor se enfraquece e com isso nosso coração busca outras direções e acabamos por interpretá-lo mal e supomos que amamos outros e cometemos "adultério" contra quem nos ama, contra quem amamos, ou deveríamos realmente amar.
           Estou convicto do que eu quero hoje, espero continuar querendo ainda o mesmo por toda vida, mas se "Quem" me indica os caminhos preferir outro querer, assim me contentará e estarei disposto a segui-lo. Se possível, que eu continue, mas e indique o caminho certo a seguir.

Nos caminhos deste mundo (Rodrigo Ribeiro)

Nos caminhos deste mundo, imenso mundo... Vou caminhando e encontrando outros caminheiros, alguns seguem o mesmo caminho e encontram as mesmas pedras, juntos agarramos e carregamos e com elas marcamos caminho para outros que por este mesmo caminho devem passar.
Nos meus cansaços, estes amigos caminheiros me ajudam, me carregam e da mesma forma eu vou agindo com eles...
Nestes caminhos alguns encontram caminhos que levam a outras direções, outros ainda mudam para caminhos paralelos, semelhantes, porém diferentes. Ainda, há outros que param, aqueles que caminham em menor velocidade... Ou outros que passam velozmente ao nosso lado, nos cumprimentam e ate caminham um pouco conosco, mas logo continuam e vão em frente.
Sabemos, pois, que buscamos, todos, o mesmo ponto de chegada nessa jornada... E que é essa a nossa razão, a nossa motivação, o nosso cantar... Desafios e momentos difíceis sempre existirão em todos os caminhos e somos nós que deveremos aprender buscando as soluções, seja para a nossa vida, seja para aqueles que se espelham em nós.

Método vivenciado no verão (Rodrigo Ribeiro)

Esse método que é a vida me surpreende cada vez mais...
Sinto-me em um barco que desce a correnteza de um rio, em dias de muito sol, a natureza brilha e sorri, mas por compensar e equilibrar, o nível da água baixa e o barco flui mais lento...
Seguro firme o timão e noto que logo atrás de mim há uma imensa tempestade a se formar, não demora muito e os primeiros pingos surgem e junto a eles uma ventania que me impulsiona a frente... Sem ainda olhar atrás, e também sem muito saber por que, me sinto confiante... Fecho os olhos e deixo a vida me levar...
Toda aquela tempestade provoca grandes mudanças e o nível da água torna a subir e a correnteza ganha mais força e com isso esse meu barco parece correr e a querer me deixar para trás... Peço ajuda e sou atendido, tem Alguém que já conhece o caminho a me indicar a melhor canção... E sabe onde esse rio desemboca, no meu destino, o grande mar!

Iluminar (Rodrigo Ribeiro)

          Os fortes vencem a razão e o erro e estes irão aos céus (paraíso) os fracos se perdem no erro e estes vão à desgraça, então, eu prefiro ser forte e vencer o erro e ter a força de esperar o paraíso do que ser fraco e deixar de esperar, ser desesperado e ir ao inferno, por essa razão os fracos estão na escuridão eterna e os fortes são a luz eterna, a terra é efêmera...
           Sou eu quem o faço meu tempo, meu estado de humor e civil, é claro. Sou eu quem faço do meu caminho luz, pois sou eu a luz e é a força da minha luz que ilumina o meu caminho e meu chão por onde eu percorro.
           Se eu vivesse no inferno, na escuridão haveria algo de errado, pois estaria sendo fraco em não iluminar a escuridão, se vem do que eu sou vai iluminar onde estou e quem estiver ao redor verá a luz vir de onde estou, ou para ficar ainda mais crítico, verá a luz vir de onde eu sou, não posso dizer que essas pessoas são obscuras e se as vejo obscuras eu tenho que dar-lhes forças o suficiente para serem iluminadas e emitirem luz, afinal todos precisamos de ajuda. Escuridão é como um estado de espírito, mas mesmo no fundo do poço sem uma lâmpada, sem enxergar com os olhos físicos o derredor, posso olhar aos céus e ver as estrelas, porque esta força está em mim e se a luz está em mim e eu sou a luz, por fazer parte dela, eu não posso emitir lixo e merda, ou pior, não posso ser lixo e merdas.
           É claro que a escuridão existe, mas eu não preciso morrer para saber que existe e se eu vivo, é porque existe algo que lhe opõe, que seja o contrário e a isto demos o nome de morte, sendo assim, se luz é besteira porque você quer iluminar? Porque diz que é forte e vive no inferno que não existe? Portanto, não diga tamanha besteira, o pior cego é aquele que se abnega da sua visão, o pior surdo é aquele que se abnega da sua audição, o pior mudo é aquele que se abnega de seu poder de falar, sua voz, sua vez ("seu lugar ao sol" que é luz e emite luz).
           Eu não busco alegria (momentos ínfimos e efêmeros), mas busco a felicidade, que não é uma sequência de momentos alegres, mas eternização do ser em si e em sua força, lembrando sempre que para saber viver é preciso ter força e força é luz, é razão, é ânima que dá a vida, que dá a luz à visão, a luz à razão, por isso clareio ao meu redor e transmito a luz do conhecimento, do discernimento que é a minha força iluminadora me fazendo esperar o paraíso e superar a fraqueza que destrói e que se dilui em inferno.
           Você prefere acreditar na mentira que obstrui o caminho, que enfraquece a verdade? Lembre-se, é a escuridão que quer se achar melhor do que a luz, pois é fácil encontrar um ponto de luz na escuridão, mas é quase impossível encontrar um ponto de escuridão no meio de toda a iluminação.
           Eu não sou escuridão, nem mesmo estou na luz, mas eu sou a luz, sou eu quem clareio, outras luzes não nos iluminam, pois não precisamos de iluminação, já viu alguém acender uma lâmpada para iluminar outra que já está acesa? Existem pessoas que são mais fortes (iluminam mais), existem pessoas que são menos fortes (iluminam menos), mas ambas são fortes mesmo que não iluminem o mesmo "tanto", todas aquecem, pois são luz e luz aquece, abrasa.
           O que é mais forte, um filósofo que quase não viveu (é novo ainda), mas possui quase todo o conhecimento do passado ou um senhor de idade que viveu muitos anos e conhece toda a vida? Mesmo este senhor não tendo o conhecimento do passado antes de si mesmo, ele conhece, é mais forte, pois o todo do filósofo se atualiza a cada instante.
           Se no passado você não aprendesse a andar você andaria agora? Se no passado você não aprendesse a falar, você falaria agora? Se no passado você não aprendesse a viver, você viveria agora? Se no passado você não aprendesse que no passado foram criadas leis, você as viveria agora? Por isso não diga que quem vive de passado é museu, pois vivemos a partir do que conquistamos no passado, a partir de nosso aprendizado no passado.
           O conhecimento de um velho é como o conhecimento do filósofo, mas o filósofo tem a teoria e o velho tem a prática e eu não ando, não falo, não vivo sem praticar, mas ainda assim ele sabe mais que você e eu, ele pode não ter o conhecimento das coisas que surgem no presente ou no futuro, o que não quer dizer que ele não possa vir saber, mas você jamais vai conseguir ter o conhecimento na prática do que já passou, e ele já passou e é esse conhecimento deixado pelo velho que inaugura o presente e prepara, e espera o futuro, é essa necessidade de esperar e conhecer que nos dá força para brilharmos cada vez mais e iluminarmos cada vez mais, basta eu falar da luz do conhecimento da verdade que eu falarei da política em si que é justa e verdadeira.
           O homem por ignorância, por falta de conhecimento de si mesmo, se fez injusto consigo e com os outros, o homem é limitado e se coloca em limites, como por exemplo, a sua vida que te diz: “você não pode se matar!” ninguém precisa ouvir de outros, se não liga para sua própria vida e se não se importa se o outro tem direito, o pensamento é bestial, é banal, e todos morrem, caso contrário vivem cada um a seu tempo e quem é quem para falar que matar é errado? Se matar não é errado, por que a vida clama por viver? E quem é a vida para dizer que deve viver? Você é a vida, você é a sua vida, sua história, eu vivo a vida e ela diz que devo viver, eu sou a minha vida, se eu cuido de mim eu cuido da minha vida e eu clamo por viver minha vida que também clama. É intrínseco ao ser viver, não tem como tirar do ser humano a necessidade de viver, eu posso até vir a acreditar que não preciso, mas sei que minha vida clama por viver, e lembro ainda que se eu tirar a minha vida eu não terei chance de me ferir depois.
           O ser humano supôs ser independente do outro e alega que não precisa do outro, porém se esquece de que se não houvesse o outro não aprenderia a andar, não se reconheceria como ser, portanto, esqueça as leis, leis são da política criada pelo homem que se esvai, que muda, que se altera, por exemplo, num passado não muito distante, acreditava-se que a menor partícula era o átomo, e isso era uma lei, no entanto, hoje se comprovou que existem partículas ainda menores.
            O homem só cria porcarias quando pensa apenas em si mesmo, pois se pensasse no coletivo não criaria porcaria como tem exemplo de ambas as situações até hoje em vários momentos de nossa história, por isso lhe digo hoje: “ilumine" seu caminho e ao seu redor e terás como recompensa o paraíso, para tanto seja forte, eis que a verdade da alma é tua e é a força da tua luz que ilumina a verdade, e mesmo que a mentira nos conforte às vezes, e isso é o mal do homem, não deixaremos de buscar a felicidade e iluminar...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Indivíduo Brasileiro (Rodrigo Ribeiro)

Imagina-se que um indivíduo brasileiro chegue aos seus 15 anos sabendo ler e escrever corretamente sua língua materna pelo simples fato de que naturalmente desenvolva a língua que desde sua gestação vem escutando e se utilizando para a comunicação, somente por sua natureza de, por instinto, buscar compreender o que outros lhe comunicam e de conseguir se comunicar.
Apesar do desenvolvimento natural da língua materna, a língua portuguesa ter variações, se torna ainda mais fácil aprendê-la cabendo ao indivíduo brasileiro apenas o interesse em aperfeiçoá-la e utilizá-la bem.
Com este argumento, desconsideraria a ideia de serem punidos quando errarem na utilização de sua língua, seja na comunicação verbal, seja escrita, porém outro argumento não permite desconsiderar a punição e ainda revela como devem ser punidos.
O fato da educação brasileira desde o Jardim de Infância transmitir o uso correto da escrita e da fonética das palavras, sua acentuação, sua conceituação, enfim, sua essência, faz revelar certo desprezo por aqueles que comentem a ousadia de aos 15 anos não saberem, por exemplo, diferenciar vogais de consoantes, ou ainda mais, não saberem o que são vogais ou consoantes.
A ousadia de desvirtuarem a própria língua utilizando-a mal tanto na escrita quanto, e ainda mais, na fala criando neologismos impossíveis de virem a ser corretos. Por mais que haja variações linguísticas não argumenta a favor de tal erro, muito menos diminuir a responsabilidade dos educadores de corrigirem estes indivíduos brasileiros no momento correto.

Moral da história: Corrigir faz bem, com a correção contínua aprendemos a nos corrigir e sempre que somos corrigidos corretamente somos levados a compreender melhor o que nos faz errar e como regularizar... Precisamos ser melhores, falar melhor, precisamos conhecer nossa língua.

Nós, eu e você... (Rodrigo Ribeiro)

Nós, eu e você...
somos namorados,
somos amantes,
somos apaixonados...

Nós, eu e você...
somos engraçados,
somos envergonhados,
até mesmo casados...

Nós, eu e você...
somos como moinhos,
que são para os pássaros, os ninhos...

Nós, eu e você...
Num carro...
e sem direção como um pássaro.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Quando o coração não sabe mais o que fazer (Rodrigo Ribeiro)

Parece-me que o destino passa o tempo preparando surpresas para nós, míseros seres que vivem a sua mercê e envolve em razões sem fundamento nossos corações que acabam por perder o conhecimento de si e já não sabe mais o que fazer.
Sentimentos rolam acima e abaixo e não se equilibram trazendo confusão em nós seres quase imutáveis ao conhecimento do novo. Digo quase imutáveis por próprio orgulho de escondermos o medo que temos do novo para mentirmos para os outros e a nós mesmos e nos escondemos diariamente da verdade.
É dessa forma que o coração deixa suas vontades e desejos em pleno devaneio e acaba perdendo sua idoneidade pura e natural, ao que damos nome de amor, o qual, também, por seu desequilíbrio dizemos sê-lo cego e concluímos, para mantermos ainda mais forte nossas mentiras, que o amor é cego.
Não há maior mentira que possa a vir substituí-lo, mas a certeza de que nossos sentidos é que podem nos enganar e transmitir aos nossos corações mensagens erradas e este ao conhecimento nos dando a entender que estamos amando ou apaixonados, e não percebemos as divergências entre vontade e desejo hoje.

Quando não dá mais... (Rodrigo Ribeiro)

Quando não dá mais para fingir...
me jogo em seus braços e me deixo envolver...
me rendo aos teus olhares e me sinto voar...
leve como uma folha levada por tuas mãos...

     Quando não dá mais para me esconder...
     de seus olhos a me seduzir...
     de seu corpo a me tocar...
     de sua voz a me dizer suave ao pé do ouvido...

Quando não dá mais para esperar...
mais um minuto para te reencontrar...
mais um dia longe de você...
mais uma vez que não podemos estar juntos...

     Quando não dá mais...
     para fingir...
     para me esconder...
     para esperar...

Quando não dá mais para fugir...
de seus olhares cada vez mais quentes...
de seus abraços cada vez mais próximos...
de sua voz cada vez mais profunda...

     Quando não dá mais para fingir...
     que não te quero ao meu lado...
     que não posso te querer...
     que não posso te amar...

Quando não dá mais pra esquecer...
seu corpo a me tocar...
sua imagem na mente a me embalar...
seu sorriso a me transformar...

     Quando não dá mais para deixar de te querer...
     Quando não dá mais para fugir de te querer...
     Quando não dá mais para fingir te querer...
     Quando não dá mais para esquecer de te querer...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Te amo tanto I (Rodrigo Ribeiro)

Te amo tanto,
que nem sei se posso dizer.
sei que já estou ficando tonto...
parece que por você eu vou morrer.

Sinto-me leve, leve, muito leve...
como um vento muito leve que passa,
e passando se vai, sempre muito leve...
e já nem sei o que pensar...

Por ti posso até me matar,
só por te amar...
sempre, sempre te amar!

E quase te odiar,
quando eu mergulhar em teu mar...
mas tu não me amar...